quinta-feira, 31 de julho de 2008

'é tão baixinha que senta no meio-fio e balança as pernas'

Foram de farelos os faróis com os quais fiz faíscas da minha fúria, agora que fundaste em mim fracasso
Esta emoção, emancipada das experiências expiradas, expressa o estresse e extensifica a estima exterminada.
Restando o riso raso e ranzinza, rabisco rápidas rapsódias remetentes ao seu rosto e robusto rijo
Infeliz, insisto e inspiro o intragável incenso da incansável e incólume insensatez
De mim desvencilhaste, despedisse, despedaçou e desmoronou, despindo. Desde então, tenho dito ditongos dizeres entre doses, dada a desilusão desesperada dos dias
‘Os nossos olhos só vêem o que já foi’.




Valeu, Paulinho. :)

2 comentários:

Paulinho Cajé disse...

Sincronia perfeita, título - texto!

Mas, acho que o imperfeito não participa do passado ^^!


Adorei, mexeu com meus neurônios esse texto... sausuahsuhsauhsa!

Sem mais.

Gustavo Castello B. Beirão disse...

Tudo o que eu sempre quis dizer mas não sabia como.